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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Todos cometemos erros!

Que é de ti...



Eras puro-sangue, leziria em flor
Minha eterna amante, distante amor
Não esqueci a tua pele salgada
Nem o mar que nos traçou a estrada
Que é de ti doce miragem meu veleiro de ilusões
Soltei velas da memória Naveguei p'la vida fora preso ao mastro das recordações.


Eras terra cinza, lava ardente o fogo em mim que é de ti 
Ilha dos amores sonho sem fim
Perguntei ao vento em que redes te prendeu que é de ti 
Não me respondeu riu-se de mim.


Eras maré cheia dos meus ideais
A paz e a bonança de temporais
Catedral da minha fantasia
Desenho o teu rosto em cada dia
Que é de ti dá-me um sinal lá donde estás
Ai a saudade nem com o tempo amansa
Não morreu a esperança
Eu não encontro paz

Eras terra cinza, lava ardente o fogo em mim que é de ti 
Ilha dos amores sonho sem fim
Perguntei ao vento em que redes te prendeu que é de ti 
Não me respondeu riu-se de mim.




Interpretado por: Dina

terça-feira, 18 de outubro de 2016

A Persistência da Memória



O Tempo…
Essa ilusão que dá e tira que mostra e esconde e me seduz com enganos … leva-me até ti… e é aí que esqueço o nada que sei de ti e tu, quem sabe, recordas o nada que de mim sabes!
E mesmo não recordando o beijo, que ainda sinto, ele pode ter acontecido…

A Persistência da Memória é uma pintura de 1931 de Salvador Dalí.



Autor do texto: Alice

domingo, 16 de outubro de 2016

change your heart

Um bom Domingo!




Mude seu coração
Olhe ao seu redor
Mude seu coração
Você vai se surpreender
Preciso do seu amor
Como o brilho do sol

Alguma hora todo mundo tem que aprender
...




Beijinhos

sábado, 15 de outubro de 2016

Grande e perturbador



Eu não sei se pode ter outro desfecho…
Tornou-se grande e perturbador…
Sem saída…Como um doce veneno!





Beijinhos

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Em dias de rara felicidade


“Em dias de rara felicidade os meus dias apresentam algumas nuances cinzentas”



Quem disse isto?


Não foi um pessimista!



Foi um cego!


Autor: Desconhecido

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Uma pequena história...


Uma pequena História



Era uma vez…
Uma rapariga que não percebia porque é que quando a professora, na escola, mandava fazer um desenho todos pintavam os telhados das casas de vermelho!
Ela pintava-os da cor que queria!
Mas os colegas, solidários, diziam-lhe;
- Os telhados tem que ser vermelhos! – Diziam isto com um ar tão sério como se fosse obrigatório reparar o erro antes que mais alguém se apercebesse daquela aberração!
Eles deviam saber mais do que ela…por isso, apressada, tentava recobrir a vermelho tudo aquilo que antes tinha feito de forma genuína e ingenua! Ela era assim!
Um dia o Pai disse-lhe que ela tinha vindo de Marte e… ela quis saber mais sobre esse sitio mas o Pai estava muito ocupado e não lhe pôde explicar…
Hoje, já sabendo que não pode levar à letra o que na letra está ainda acredita que talvez outros Marcianos andem por aí…

Mas como disse um dia José Saramago sobre um reparo que lhe fizeram acerca de algumas abordagens que ele fez no livro “Caím” e que desagradaram a alguns…


“Antes ingénua do que cíníca!”


Autor: Alice