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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

!


Com a única célula, viva, que me resta no cérebro…  (Estou a brincar!) 


“Nada é fixo e imutável!
Para evoluirmos passamos necessariamente por ciclos que se vão esgotando naturalmente antes que um novo possa começar…e então voltamos ao príncipio com todas as incertezas e dúvidas e retomamos um novo processo de aprendizagem!
Este fenómeno é natural e embora possamos receá-lo nenhum desenvolvimento é possível sem que primeiro haja o desaparecimento da antiga forma!”



Beijinhos

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Um dia doce!


Um dia doce!

Hoje a “nossa” querida Carmo surpreendeu-nos com um delicioso pudim de Maracujá! Delicioso!
Acho que vou propor à gerência o desenvolvimento de um produto alternativo à Colorimetria!

Pudins de Maracujá!

(Estou certa de que não vai ser preciso referendo!)
Muito obrigada, Carmo! Não se esqueça desta fórmula!


Beijinhos

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Numa "pequena" história de amor


Numa "pequena" história de amor




Numa “Pequena” História de Amor passasse exactamente a mesma coisa que se passa numa Grande História de Amor!
Dela, também, fazem parte os medos…as hesitações…o ciúme, a aflição, a paciência, a saudade, a preocupação, o cuidado e o orgulho…

E foi assim, eventualmente, que começaram as grandes histórias de amor!


Beijinhos

domingo, 9 de outubro de 2016

Rosas verdes


Se um dia alguém lhe oferecer uma Rosa Verde...



é certamente por um motivo especial...

domingo, 2 de outubro de 2016

O Mar(e) e Tu



O Mare e Tu


Em homenagem aos marinheiros e descobridores Portugueses



Sentir em nós
Sentir em nós
Uma razão
Para não ficarmos sós
E nesse abraço forte
Sentir o mar,
Na nossa voz,
Chorar como quem sonha
Sempre navegar
Nas velas rubras deste amor
Ao longe a barca louca perde o norte.



Ammore mio
Si nun ce stess'o mare e tu
Nun ce stesse manch'io
Ammore mio
L'ammore esiste quanno nuje
Stamme vicino a Dio
Ammore


No teu olhar
Um espelho de água
A vida a navegar
Por entre o sonho e a mágoa
Sem um adeus sequer.
E mansamente,
Talvez no mar,
Eu feita espuma encontre o sol do teu olhar,
Voga ao de leve, meu amor
Ao longe a barca nua a todo o pano.


Ammore mio
Se nun ce stess'o mare e tu
Nun ce stesse manch'io
Ammore mio
L'amore esiste quanno nuje
Stamme vicino a Dio
Ammore
Ammore mio
Si nun ce stess'o mare e tu
Nun ce stesse manch'io
Ammo re mio
L'amore esiste quanno nuje
Stammo vicino a Dio
Ammore



Interpretado por Dulce Pontes e Andrea Bucelli