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terça-feira, 15 de março de 2016

Albert Einstein


     Albert Einstain, para mim não foi só um brilhante físico alemão que desenvolveu a inegável teoria da relatividade!
     Para mim ele, além de genial, é inspirador especialmente em algumas das obordagens que fez e que eu vou citar, aqui, durante uns dias…




“Os que dizem que é impossível não deveriam incomodar aqueles que estão a tentar fazer.”


“Quando as leis da matemática se referem à realidade, não são certas; quando são certas, não se referem à realidade.”


“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”


“O Homem é uma criatura estranha; não pede para nascer, não sabe viver e não quer morrer.”


“Deus não escolhe os capacitados,
Capacita os escolhidos.”


“Eu tentei 99 vezes e falhei, mas na centésima tentativa eu consegui, nunca desista dos seus objetivos mesmo que pareçam impossíveis, a próxima tentativa pode ser a vitoriosa!”


 Beijinhos

terça-feira, 8 de março de 2016

A história...



A história que tinha o título no fim!
 
 Naquele tempo a aldeia era um lugar muito sossegado! Mas mesmo muito sossegado! Poucos tinham televisão e não havia TV Cabo nem Internet nem Play Stations para passar o tempo livre!
   Também não havia muito tempo livre! Os meninos, quando vinham da escola, normalmente, ajudavam os seus pais nas tarefas do campo!
   No inverno, à noite, as famílias reuniam-se à lareira e, enquanto o fogo lhes recompensava o cansaço, contavam-se histórias! Histórias dos antepassados! Histórias dos que tinham partido para longe e histórias dos que, embora não tendo história alguma, alguém lhes inventou uma!
   Todas as noites, na casa de Paulo, se contava uma história que ele, por isto ou por aquilo, levava consigo para a cama!
   Eram mais de dez irmãos e isso só se via bem à noite, ali à volta da lareira! Paulo era um dos mais novos! Um rapazinho doce e sensível! Gostava das histórias que o Pai contava à lareira e também gostava muito de música! Quando o Pai o levava às festas das romarias, ele ficava deslumbrado com os instrumentos musicais dos ranchos folclóricos!
   Como ele desejava um instrumento musical!
   No seu imaginário, tocava qualquer um! Um acordeão! Uma concertina! Uma Viola Braguesa! Um Cavaquinho! Um bombo! O Zaclitrac … e o Reque-Reque fá-lo-ia, com certeza, de olhos fechados!
…mas havia um instrumento que, embora só o visse uma vez na televisão, ficara-lhe gravado na alma! No seu imaginário, tocava-o divinalmente bem… Era o Violino!
Como desejava um Violino…! Mas não ousava expressar o seu desejo a ninguém! A vida não era nada fácil e ele era suficientemente sensível para perceber que um pedido desses provocaria uma resposta que lhe iria ferir o sonho!
Mas os sonhos são para realizar e o Paulo começou a trocar os serões à lareira e as histórias que o seu Pai contava por um pedaço de madeira e um serrote!
   Ali, num canto da enorme cozinha em pedra, onde o calor da lareira chegava já ténue, ele ia esculpindo as formas do sonho que lhe aquecia o coração!
… E então um dia, naquela casa, não houve qualquer história ao serão…
   Paulo pegou, então, no seu Violino e, surpreendendo todos tocou, divinalmente, ali à lareira, a mágica melodia de um sonho que guardara silenciosamente na alma e que deu origem a esta história que se chama, 

“Paulo e o seu violino Mágico”.






Autor: Alice Costa
História publicada no 8º nº. da revista "Casa das Linguagens"

terça-feira, 1 de março de 2016

Um tesouro...


Um tesouro enterrado no vaso de terracota




     O Inverno era a estação do ano mais penosa para mim! As minhas forças iam ao limite e recusavam-me outro sentimento que não fosse o desalento!
     Gostava de gostar do Inverno… mas cada vez que eu abria a janela, de manhã, aquele cenário cinzento a norte e a sul, da minha vida, debilitava-me o ânimo cada vez mais!
     Faltava-me o sol, o chilrear dos passarinhos, o aroma a mimosas, as ameixoeiras em flor, os dias longos e leves e… os meus preciosos jacintos…
     O meu vaso de jacintos naquela época do ano, para além da terra, aparentemente não tinha mais nada lá dentro…Visto assim era apenas mais um vaso em terracota! Não seduzia ninguém… mas eu sabia que aquela aparência era enganadora porque debaixo daquela terra existiam bolbos de jacinto, aparentemente Inertes, escondidos do frio e daquele cinzento torturador…
     Eu meditava muitas vezes naquele mistério! Não exibiam o mais pequeno sinal de vida…nada de nada…no entanto eu sabia que ali estava um precioso tesouro enterrado! Daquela morbidez… havia de surgir a mais harmoniosa beleza…em forma, cor, aroma e simplicidade… somente comparável à das Margaridas!
     Um dia ao abrir a cortina vi o que mais ansiava…dois jacintos amarelinhos a renascer! Era o prenúncio de que a primavera estava a chegar… e milagrosamente desabrocharam no dia em que as minhas forças já estavam por um fio…
    Devagarinho… para não os assustar sentei-me na soleira da porta e fiquei ali a contempla-los, maravilhada, como quem esperou acreditando mas também duvidando… e então senti que a esperança se renovava em mim implorando-me que esperasse um pouco mais porque tudo aquilo que eu tanto desejava já vinha a caminho…
    E então nos dias seguintes apareceu o sol, os passarinhos a chilrear, o aroma a mimosas, as maravilhosas flores das ameixoeiras e… os dias começaram a ser mais longos e leves…
    E, então, recordei uma frase de Chungliang al huang;

“Com o coração repleto de esperança aquilo que, realmente, desejamos é inevitável”.



Autor: Alice Costa
História Publicada em 2015 no 10º número da revista "Casa das Linguagens".

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Valentina


A vida impõe-nos prioridades e por essa razão não vos poderei apresentar a “Valentina” no próximo Domingo.
Sei que terei a vossoa compreensão pois não faria isto se não fosse por um motivo muito forte e muito sério!
Agradeço muito a todos e como não podia deixar de o fazer agradeço também à Câmara Municipal de Esposende todo o apoio e amabilidade que sempre me demonstrou.
Muito Obrigada a todos!
Logo que seja oportuno será comunicada nova data para a apresentação da “Valentina”.


Um abraço!
Alice

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Demasiado perfeito para ser casual



"Achar que o Universo não tem um criador, é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia."
Benjamin Franklin
Ilustração de Alice Costa

domingo, 14 de fevereiro de 2016

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Dia do doente


Olá!
Quando o Dia do Doente nos passa despercebido é bom sinal!
Embora tenha sido assinalado no passado dia 11 a verdade é que não me passou despercebido!
Deixo aqui os meus mais sinceros votos de rápida recuperação para todos os que se encontram doentes!

Animo!

Ilustração de Paulo Galindro

Beijinhos